quinta-feira, 30 de outubro de 2008

CORRIDA, UM ESPORTE PARA A VIDA

O atletismo é o esporte mais antigo do mundo, sendo considerado o esporte-base, por ter sido o princípio de todos os outros e por servir de preparação para as várias modalidades atléticas.

Em qualquer modalidade esportiva, a condição física do praticante é medida pela sua resistência (teste de corrida), elasticidade (alongamentos) e força muscular.

A corrida difere dos outros esportes no sentido de participação.

Enquanto uma partida de futebol reúne no estádio cerca de 60, 70 ou 80 mil espectadores sentados para assistir a 22 jogadores, uma maratona pode reunir mais de 40 mil participantes, porém ativos.

No futebol, um jogador em plena maturidade esportiva (na casa dos 35 anos) é considerado um velho. Para as maratonas (42.195 metros), é um garoto.

Muitos esportes são praticados da infância até a adolescência e depois deixados de lado, pelas conseqüências que possam trazer para o corpo.

Já a corrida, não. Todo ser humano, depois que começa a andar, já quer correr (é um esporte natural). E pode continuar a correr por toda a vida.

Para começar, só depende de você.

Não é necessário mais 10 jogadores, um carro de formula 1, uma piscina ou uma bicicleta. É preciso apenas um bom par de tênis e estar autorizado pelo seu médico para iniciar.

Correr faz amigos e acalma os mais exaltados

Alguém já viu ou ouviu falar de brigas na São Silvestre? Ou em alguma maratona internacional? É claro que não. ?

E nos estádios de futebol? Até parece um campo de guerra. Cada vez mais se torna freqüente a rivalidade entre as torcidas causando até morte.

A corrida é o esporte mais solidário que existe. Todos que participam da principal corrida da América Latina, a São Silvestre (15 km), que a cada ano aumenta o número de participantes (já são mais de 15 mil atletas), julgam-se amigos sem nunca terem se visto antes.

Há uma grande confraternização, antes, durante e após a prova.

Cada participante se interessa e se preocupa com o seu companheiro de prova, e faz questão de saber como está e qual foi o seu tempo.

Em Nova Iorque, no ano de 2001, mesmo após o atentado terrorista que chocou o mundo em 11 de setembro, no mês de novembro foi realizada a maratona mais famosa do mundo. Lá estavam reunidos mais de 30 mil corredores. Todos com um só objetivo: “PAZ”!

Afinal, saúde todos já tinham, principalmente pela determinação de correr os 42.195 metros.

Qualidade de vida é saúde. Saúde é movimento!

O atleta do século, o Rei Pelé (Edson Arantes do Nascimento), que completou 68 anos, costuma dar as suas corridinhas diárias, que o mantém "esbelto" e cheio de energia. Pelé também chegou a correr os 100 metros rasos para 11 segundos.


O Airton Senna, tricampeão mundial de formula 1, também foi um excelente atleta. Presencie cravar 40 minutos nos 10 mil metros no Centro Olímpico de Treinamento em Pesquisa em São Paulo. Foram 25 voltas na pista de 400 metros com parciais de 1min36 e 4 minutos nas passagens dos 1.000 metros. Isso mostra que para ser o melhor do mundo, tem que corre, e muito bem!

O doutor Kenneth Cooper, responsável pelo boom nos anos 70 pela prática dos exercícios aeróbios, hoje, com mais de 70 anos, continua correndo, fazendo palestras e participando de provas pedestres ao redor do mundo.

Pesquisas recentes apresentadas no Colégio Americano de Medicina Esportiva (American College Sports of Medicine) demonstraram que a prática da corrida e caminhada (exercícios de alto impacto) na terceira idade, além de controlar os níveis de colesterol, diabetes, obesidade, fortalecem os ossos, evitando a osteoporose. Outro estudo apresentado mostra que a corrida auxilia as pessoas que sofrem de depressão.

O Campeonato Mundial de Atletismo para Veteranos (atletas com idade superior aos 40 anos) reúne a cada ano mais de 10 mil participantes. Há pouco mais de 5 anos não chegava a quinhentos.

Assim como o vinho, "quanto mais velho, melhor".

A corrida é um santo remédio!

FONTE: Pesquisas na Internet

Ultramaratonistas encaram penúltima etapa no Saara


Os atletas que participam da etapa do deserto do Saara da Ultramaratona 4 Deserts já estão nas areias quentes do Egito para encarar o sexto e penúltimo trecho da competição, o mais longo, com cerca de 100 quilômetros. Todos estão muito cansados, já que competem desde o último domingo sobre condições extremas de temperatura e terreno e muitos não sabem se terão fôlego para encarar essa parte. Segundo relatos da organização, a solidariedade e o companheirismo estão em alta no acampamento, com os mais experientes auxiliando os novatos.


Às 8h (hora local) os atletas começaram a sair e, às 9h28 o canadense Stan Lee foi o primeiro a passar no Posto de Controle, seguido pelo americano Peter N. Liptak (escutando músicas dos Beastie Boys) e o alemão Frixe Eberhard. A japonesa Miho Okabe foi a primeira a passar entre as mulheres, seguida pela britânica Catherine Jones às 9h51.


O pelotão foi dividido em dois grupos, o primeiro liderado por Stan e o segundo tendo à frente Ryan Sandes (África do Sul) e Dean Karnazes (EUA), que vêm correndo juntos. “É bom correr com alguém, às vezes a gente se sente um pouco solitário. Tenho rodado um pouco mais lento, afinal nunca corri mais de 80 quilômetros seguidos”, afirma Ryan. “Ele é um campeão, é uma honra correr ao lado dele”, enfatiza Dean.


A competição conta com dois brasileiros na disputa, Carlos Dias e Rodrigo Cerqueira, que ocupam a 92ª e 106ª posições respectivamente no ranking geral. “O deserto é muito duro, mas a vontade de chegar no final me faz dar passos determinados”, afirma Carlos. “Essa será a etapa mais difícil, na qual cruzaremos o deserto durante à noite”, completa. Ele diz ainda que está com saudades da comida de sua mãe e do seu filho e que sentiu vontade de tomar café enquanto percorria as dunas.


Os primeiros colocados são esperados na linha de chegada desta perna após oito horas percorrendo o deserto, enquanto os mais lentos podem levar mais de 30 horas. Após um breve descanso eles seguirão no sábado para a última parte, que os levará até as pirâmides de Gizé.


FONTE: Web Run

Grande amplitude térmica marca 4ª etapa da ultra no Saara


Todos os ultramaratonistas já completaram a quarta perna da ultramaratona 4 Deserts, que desde o último domingo (26) acontece na porção egípcia do Deserto do Saara. Nesta última etapa eles encararam uma grande amplitude térmica, já que largaram do acampamento às 7h10 com uma temperatura confortável de 19ºC e, durante o percurso chegaram a encarar 40ºC.


No primeiro posto de controle o líder da prova entre os homens Ryan N. Sandes, da África do Sul, foi o primeiro a passar, seguido pelo atleta da Nova Zelândia Charles Hough e o italiano Paolo Barghini. Já entre as mulheres, a também líder da competição, Nina Breith (Alemanha) passou na frente, seguida por Norma A. Bastidas (Canadá) e Miho Okabe (Japão).


Até então as temperaturas não estavam tão altas e a maioria dos ultramaratonistas imprimia um forte ritmo para aproveitar essa condição, e alguns até passavam reto pelos postos de hidratação. Os organizadores instituíram pontos de corte em alguns trechos do percurso, para garantir que todos estivessem no acampamento antes das 20h, para descansarem e estarem aptos para o longo trecho do dia seguinte.


Ryan manteve o bom ritmo e pelo quarto dia consecutivo cruzou uma etapa em primeiro lugar ao marcar o tempo de 3h52min40, seguido por Paolo (4h23min15) e Nina (4h29min39), que agora ocupa a quarta posição no ranking geral e o primeiro entre as mulheres. Entre as equipes, o time SIPA /Teko Socks, da Dinamarca, foi o primeiro a cruzar, cantando a música da banda Queen “I want to ride my bicycle”.


Brasileiros - A competição conta com dois brasileiros no field, Rodrigo Cerqueira e Carlos Dias, que atualmente ocupam a 90ª e a 104ª colocações, depois de completarem a quarta etapa em 7h08min58 e 8h21min32 respectivamente. Enquanto Rodrigo ganhou oito posições no ranking geral, Carlos perdeu uma.


Com todos presentes no acampamento batizado de “Marte”, já que o solo da região lembra um pouco o terreno do país vermelho, antes do descanso merecido eles puderam acompanhar o espetáculo do pôr-do-sol. Segundo relatos dos presentes, “um espectro avermelhado e alaranjado” atingiu o horizonte.


Amanhã aqueles que ainda tiverem resistência e se prepararam de verdade para a competição colocarão seus treinamentos à prova na etapa mais longa da competição, com cerca de 100 quilômetros. O terreno será praticamente plano, mas com muitos pedregulhos e os primeiros colocados devem completar em oito horas, enquanto os últimos em até 31.


FONTE: Web Run

sábado, 18 de outubro de 2008

Rodrigo Cerqueira é destaque brasileiro em Ultra no Saara


Ultramaratonista brasileiro Rodrigo Cerqueira disputará no próximo dia 26 a etapa do Saara do Circuito 4 Deserts, que engloba competições de longa distância em vários desertos pelo mundo. Aos 36 anos de idade, ele começou a correr em 2002, ocasião em que pretendia perder peso, já que a balança chegou a registrar 100 quilos à época. Confira um pouco da história dele.


Aos 30 anos de idade ele se iniciou no mundo das corridas como uma alternativa para fugir da rotina trabalho; casa; casa; trabalho e também com o intuito de ter uma vida saudável. “O que eu queria mesmo era correr em lugares inóspitos, muitas vezes perigosos, realizar aventuras únicas, tendo somente minhas pernas como ferramenta de locomoção”, afirma o aventureiro.


Assim, em 2005 ele participou de sua primeira ultramaratona, a 24 horas de Curitiba, evento em que obteve a segunda colocação em sua categoria e a partir daí não parou mais e só aumentou no curriculo a quantidade de provas disputadas. “Em 2006 corri a 12 horas de São Caetano, onde fui terceiro na categoria e corri no Vale da Morte (Death Valley/California) a Badwater Ultramarathon, prova de 217 quilômetros atravessando um deserto com temperaturas de até 59ºC”.


Não satisfeito com a vida de atleta, no ano seguinte ele resolveu organizar um evento, a Brazil135, que percorreu 217 quilômetros nas montanhas da Serra da Mantiqueira (MG). “Também participei da Arrowhead Winter Ultra, uma prova no gelo de 217 quilômetros com temperatura de –57ºC, fui segundo colocado no desafio Brasilia-Piri (160 quilômetros), com o tempo de 29h30 e o primeiro brasileiro a correr a Sahara Race, em outubro de 2007”.


Saara - Na prova do deserto africano, ele percoreu 254 quilômetros atravessando a porção egípcia durante os seis dias de duração do evento. A vontade de voltar a desafiar as altas temperaturas do dia e as baixas da noite era tanta, que esse ano ele resolveu voltar e há cinco meses vem se preparando de forma intensa.


“Meu treianmento inclui 1h30 de musculação diária, fiz um treino especial de 24 horas no Parque da Vaca Brava, em Goiânia (GO), finalizando 110 voltas”. Na prova do Saara ele terá ainda a companhia de outro brasileiro, Carlos Dias, que ano passado correu do Oiapoque ao Chuí sozinho.


Para o ano que vem ele já tem algumas disputas programadas em seu calendário, entre elas a Brazil 135; as etapas da 4 Deserts de Atacama (Chile); do Deserto de Gobi (China), da Antárdida e do Saara, além da Badwater.

FONTE: Web Run

terça-feira, 14 de outubro de 2008

XII MEIA MARATONA INTERNACIONAL DO RIO 2008






Neste final de semana que passou estivemos no Rio de Janeiro para participar da XII Meia Maratona Internacional do Rio 2008.

Saímos de São Paulo na sexta as 23 horas, enfrente a estação do metrô Vergueiro encontrei meus amigos e companheiros de Equipe, Ricardo Leal, Solange e Ricardo Martins.Viajamos com a Vitória Organização e Promoções de Eventos das nossas amigas Cissa e Dona Cecília. A viagem foi tranqüila e super descontraída com direito a um lanchinho pra lá de gostoso.

Chegamos no Rio na manhã de sábado as 6 horas, indo direto para o Scorial Travel Rio Hotel, no bairro Flamengo, aonde nos hospedamos no quarto 101, dividi o quarto com o Martins e o Leal.

No próprio sábado as 9 horas fizemos um treino de 30 minutos pelo calçadão da Praia do Flamengo até a Praia do Botafogo, na qual conhecemos os mais novos amigos, Sebastião, Binho, Ricardo (Pamplona) e o Wilson.

Na parte da tarde do sábado tiramos uma vida de Rei, mas sem trono... só com uma deliciosa mas gelada piscina e uma sauna, só para recompor as energias gastas (risos).

Domingo (12) dia da corrida, conheci o Gerardo ele é do Espírito Santo e amigo da Solange, uma pessoa super bacana e inclusive ele que me disse que aquele tempo abafado que estava iria durar pouco, dito e feito, antes da largada se abriu um Sol muito forte e ardido.

Naquela muvuca toda encontramos o nosso amigo Julio de Goiânia, a Fernanda e o Paulo de Sorocaba, Foca, Wilsom Lobo entre outros amigos.

E lá fomos nós com a largada pontualmente as 9 horas e 15 minutos (mesmo estranhando porque quando se trata de Rede Globo já viu né).

A largada foi na Praia de São Conrado e logo de cara com uma bela subida da Avenida Niemeyer, passamos também ao lado da favela do Vidigal na qual os seus moradores nos prestigiavam com palmas e gritos, seguimos então pelo Lebron, Ipanema, Arpoador e em Copacabana que esse combatente sentiu o forte calor, mais preciso no km 11, o ar seco dificultava a respiração e com isso me dava uma sede enorme, ai foi a bela batalha pela a água, ora correndo ora caminhando tomando água e assim eu fui para a minha Guerra Pessoal.

Entrei na Praia do Botafogo, Flamengo já não agüentando mais o forte calor, mas o engraçado que não tinha dores musculares apenas cansaço físico. Por volta do km 18,5 encontrei o meu amigo Wilson Lobo que também nessa altura estava lutando assim como eu.

Km 21,097 combate concluído, não do jeito e tempo que eu gostaria que tivesse sido, porque nas minhas outras Meias o meu tempo foi bem melhor, mas o que vale é a participação e a garra de não se deixar ser derrotado... mesmo com o tempo de 2 horas e 50 minutos, mas satisfeito por poder correr em um dos mais belos percursos, na minha opinião é claro.

Essa prova foi a minha 48º corrida disputada, domingo que vem tem mais, o Circuito Caixa Pacaembu 10 km.

FONTE: By Marcelo Sartori

sábado, 4 de outubro de 2008

Jennifer Lopez participa de triatlo beneficente em Malibu


Jennifer Lopez, que participou de um triatlo beneficente em Malibu neste domingo (14), completou a prova em 2 horas, 23 minutos e 28 segundos, informou o site da revista “People”.


Mãe dos gêmeos Max e Emme, a atriz e cantora, que havia ficado quase seis meses sem praticar exercícios, mostrou que já está de volta a sua antiga forma física.


Ao final da competição, Lopez foi amparada pelo marido Marc Antony e levada para a área vip do evento, onde encontrou ator Matthew McConaughey, que também participou da maratona.


O evento tem como objetivo angariar fundos para o Hospital Infantil de Los Angeles. No mês de agosto, durante participação no programa “Good Morning America”, Jennifer Lopez falou sobre o regime que tem feito após o nascimento dos gêmeos. “Eu me sinto ótima. Estou com mais energia e orgulhosa de mim mesma”.


FONTE: By Marcelo Sartori

Canelite: saiba o que é e como prevenir


Quem corre, principalmente médias e longas distâncias, comumente apresenta dor na canela. Essa dor na parte anterior da canela pode ter várias causas e características, e é genericamente chamada de canelite ou shin splints. De 10% a 15% das lesões que ocorrem em corridas e 60% das lesões que causam dores nas pernas de atletas são algum tipo de canelite.

A dor na canela normalmente está relacionada ao impacto repetido da corrida, que gera microtraumas nessa parte do corpo. Mas existe também uma série de outras possíveis causas, como fraqueza dos músculos da perna, calçados esportivos inadequados ou com muito tempo de uso, treinamento sem orientação, sobrecarga de treinos e alinhamento inadequado dos membros inferiores: pés supinados (quando o atleta apóia mais a parte de fora dos pés ao correr) ou pronados (quando apóia mais a parte de dentro).

Esses mecanismos podem gerar diferentes afecções:

1) Tendinopatias ou inflamações dos tendões: ocorrem por sobrecarga. Podem ser no tendão tibial posterior (em corredores que apresentam pé pronado) ou no tendão fibular (em atletas que têm pé supinado). Os sintomas são dor e inchaço na parte interna e no terço inferior da perna. A dor costuma diminuir com o aquecimento, e é pior pela manhã e após os exercícios;

2) Fraturas de estresse da tíbia: acontecem por sobrecarga excessiva, principalmente em corredores de longa distância. A dor pode ocorrer durante a corrida, mas em geral é mais intensa após a atividade e à noite. O diagnóstico de uma fratura de estresse da tíbia exige atenção, pois nem sempre os raios X detectam essa lesão;

3) Síndrome compartimental: a perna é formada por quatro compartimentos. Cada um deles é limitado por membranas chamadas fáscias, que não deixam o músculo se expandir quando incha. As síndromes compartimentais podem ser de origem traumática ou por esforços de repetição, mais comuns em corredores. A dor ocorre durante a corrida, começando com uma sensação de queimação e gerando uma pressão na região anterior, que melhora com o repouso.

Como prevenir as dores nas canelas::: Assim que aparecerem os sintomas, procure um ortopedista especializado na área esportiva para fazer o diagnóstico e o tratamento adequado;:: Dose bem seu programa de corrida (distância, freqüência e duração);:: A reabilitação é importante no desaparecimento dos sintomas e na prevenção de “recaídas”. Aplicação de gelo, hidroterapia e exercícios de flexibilidade, resistência e força muscular auxiliam na recuperação do atleta;:: O uso de tornozeleiras e de calçados com amortecedores de impacto diminui os riscos de fraturas de estresse.

FONTE: Moisés Cohen é chefe do Centro de Traumatologia do Esporte (Cete) da Unifesp (Escola Paulista de Medicina) e diretor do Instituto Cohen de Medicina Esportiva.

Marílson Gomes dos Santos participa novamente da Maratona de NY


A Maratona de Nova York confirmou nessa última quinta-feira (02) a presença de três campeões na prova desse ano. Um deles é o brasileiro Marílson Gomes dos Santos, vencedor da prova em 2006. Além do brasileiro, a prova contará com o sul-africano Hendrick Ramaala, vencedor da prova em 2004 e com o queniano Paul Tergat, detentor do recorde mundial de maratona de 2003 a 2007.


O field se repete novamente como em 2006, quando os três atletas se conflitaram e Marílson surpreendeu os adversários e todos da competição. Marílson foi o primeiro sul-americano que venceu a prova nova-iorquinaNo field feminino o destaque fica com Paula Radcliffe.


A britânica, que venceu no ano passado, está em busca de um novo título. Mais uma vez ela enfrenta a queniana Catherine Ndereba “Estamos instigados por ter tantos campeões nessa edição da prova. Será uma corrida memorável”, conta a diretora da maratona, Wittinberg.


A competição está marcada para o dia dois de novembro com chegada no Central Park.


FONTE: Web Run

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

O retorno de Lance Armstrong às competições


Parece que o ciclista Lance Armstrong, lenda mundial do ciclismo e um dos maiores atletas da história, irá abandonar a aposentadoria e disputar novamente a Volta da França, prova que o consagrou após sete vitórias consecutivas (1999-2005). E até o pessoal das corridas da comemorando a volta do cara.
O Nadais, do blog Keep Running, é um exemplo de quem está feliz com o retorno de Armstrong; ele até publicou dois textos comentando a notícia. Mesmo não muito afeito a ídolos, Nadais admite que o ciclista é realmente um vencedor: ele bateu um câncer que havia se espalhado para o cérebro e, depois disso, ainda vencer a maior prova de ciclismo do mundo por sete vezes seguidas. Quem quiser mais informações sobre o esportista Lance Armstrong - que este ano, inclusive, participou da Nike+ Human Race 10k em Austin, nos EUA -, há o site da fundação Livestrong, criada por ele para ajudar pessoas com câncer. O cara é incrível mesmo.


FONTE: nikecorre.com

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Dr. Nabil comenta declaração de Lula sobre o cigarro


Não estranhem falar deste assunto indigesto que é o tabagismo, afinal ajudar os leitores na prevenção das doenças cardíacas, orientar a pratica de atividade física, corrigir a obesidade, níveis elevados de pressão arterial e colesterol, ensinar os fumantes a se livrarem deste perigoso e danoso hábito é a nossa missão médica, sempre uma atitude a favor da saúde.


Causou repulsa entre os médicos brasileiros a manifestação pública (em setembro de 2008) do presidente Lula que não só defendeu o tabagismo, como se declarou fumante e disse que fumar, ou não fumar, é problema de foro íntimo de cada um. Ignorando o exemplo que a figura presidencial significa como referência, o presidente numa única entrevista conseguiu prejudicar em muito as campanhas nacionais e internacionais de combate ao fumo, várias das quais desenvolvidas pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e suas regionais (o Brasil é signatário de carta internacional de combate ao tabagismo).


Finalmente, o presidente da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP, Dr. Ari Timerman, divulgou uma carta aberta ao presidente da República, protestando contra a posição divulgada. A mensagem, por retratar fielmente o pensamento do signatário deste artigo e da unanimidade dos cardiologistas brasileiros, é estampada abaixo em seu texto integral:


Carta Aberta“A Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo – SOCESP – considera infelizes as palavras do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Como homem público e principal autoridade do país ele tem que dar o exemplo em relação ao tabaco, que tanto traz de malefícios às pessoas, que fumam, aos fumantes passivos e a todos que perdem familiares, amigos pelas conseqüências nefastas do cigarro no organismo. Sem falar nos custos que a doença representa ao Estado. Conta essa que toda a sociedade paga.


O cigarro contém cerca de 4.720 substâncias químicas, sendo que pelo menos 60 delas são reconhecidamente cancerígenas, além de irritantes e tóxicas para os pulmões. Quem fuma tem também 200% a mais de risco de ter um derrame ou um infarto. Estima-se que há dois bilhões de fumantes passivos no mundo todo, sendo que 700 milhões são crianças.


Em São Paulo, pesquisa da SOCESP revelou que 95% dos entrevistados têm total consciência que o tabaco é um fator de risco para as doenças cardiovasculares. O mesmo estudo também revelou que 22% dos entrevistados fumam e consomem, em média, 14 cigarros por dia. A pesquisa SOCESP sobre fatores de risco cardiovascular foi feita com 2.096 pessoas entre 14 e 70 anos e revela a dimensão desse problema em nossa sociedade.


A SOCESP lamenta e vê com muita preocupação as palavras do presidente da república e espera que para o bem e para a saúde da população brasileira haja retratação oficial”.

FONTE: Dr. Nabil Ghorayeb

Bastos e Elizabeth Esteves vencem Circuito das Estações


Num domingo em que o clima paulista apresentou suas diversas formas, Adriano Bastos e Elisabeth Esteves venceram a etapa de primavera do Circuito das Estações, competição de 10 quilômetros realizada nas imediações do Estádio do Pacaembu. Bastos fechou com 31min09, enquanto Beth correu em 36min04.Antes da largada o tempo estava encoberto e o sol ameaçava aparecer entre as nuvens, mas no momento da largada, às 8h, uma fina garoa começou a cair na região, condiçõa que permaneceu durante quase toda a corrida. No páreo masculino Bastos e Rafael Santos eram os favoritos, enquanto entre as mulheres Beth sabia que sua principal adversária seria Beatriz Nascimento.Bastos, que venceu também os cinco quilômetros da Avon, um Beijo pela Vida, no sábado (27), veio para a prova das Estações com a energia que lhe restou e começou a disputa no meio do pelotão, até tomar a ponta a partir da metade do percurso. Ele manteve a liderança, abrindo cada vez mais sobre os adversários e não teve problemas em cruzar a linha de chegada quatro segundos à frente de Rafael Novaes.A terceira posição ficou com José Rodrigues Santos e, após as etapas de outono, inverno e primavera, cada um dos três atletas possui uma vitória, o que certamente deixará a disputa mais acirrada para a competição de verão. “Foi um final de semana perfeito, melhor impossível. Vencer duas provas seguidas, uma semana depois de ter vencido a Meia de Buenos Aires, não tenho nem palavras, só sei que foi muito bom”, ressalta o campeão.Na competição feminina, Bia começou melhor e dominou durante quase todo o percurso, mas foi surpreendida nos 200 metros finais por Elisabeth, que esperou a hora certa de atacar. “Fiquei em segundo lugar a corrida inteira e no final, encarei a briga, ultrapassando a Bia para conquistar o primeiro lugar do pódio”, comemora a competidora que melhorou em 10 segundos sua performance em relação à prova de inverno, na qual também saiu vencedora.O evento contou com 5.700 corredores, que agora possuem três partes da mandala, que estará completa com a etapa final do Circuito, no dia 14 de dezembro.


FONTE: Web Run