
Quando começamos a abordar a atividade física e a corrida no nosso caso, percebemos como vários fatores interferem nessa prática e como tudo parte de um processo evolutivo que tem seu ponto inicial. Desta vez, o nosso assunto é peso e performance.
O emagrecimento é o principal atrativo para os que buscam a corrida. É muito importante frisarmos que temos um aparelho locomotor que precisa ser bem cuidado, com fortalecimento, alongamento e estímulos inteligentes. O primeiro questionamento a ser feito é: será que estou muito pesado e posso correr?
Já existem os tênis direcionados para as pessoas mais pesadas que prometem reduzir o impacto da corrida, mas esse futuro corredor precisa encarar um processo de maturação muscular e emagrecimento pra chegar a um trabalho de corrida seguro, de três vezes por semana e um intervalo de 24 a 48 horas de descanso.
É importante ter como meta estar próximo de um percentual entre 12% e 16% de gordura corporal, sendo até certo ponto genérico e generoso, quando é possível ainda ter um nível um pouco mais baixo. A relação potência-rendimento está totalmente ligada a um peso bom–rendimento bom. O que estou querendo dizer é que a sua performance é diretamente proporcional ao seu peso.
Atletas de ponta sabem exatamente o peso em que se sentem melhor competindo e isso chega a ter efeito psicológico nos períodos de polimento que antecedem uma competição. Seria demagógico se nós técnicos não analisássemos performance por meio do nível de gordura e das composições corporais ideais. Todos os atletas, nas diferentes modalidades esportivas, têm de estar no peso ideal.
Fazer medições freqüentes do percentual de gordura pode ser importante até para monitorar a evolução da sua performance e, nos casos mais radicais, até alertar para um possível overtraining, quando há uma redução muito abrupta.
Motivo de ansiedade para muitos corredores obesos, chegar ao peso ideal, com massa muscular devida, é conseqüência de um trabalho correto, que deve ser feito por uma equipe multidisciplinar e ao longo de toda a temporada. Nada de dietas radicais e uso indiscriminado de drogas como anfetaminas e inibidores de apetites. O atleta deve comer bem, mas com ingestão controlada, principalmente dentro do período de polimento para a sua prova alvo. Depois, no período de reposição, é possível sair um pouco do peso para recuperá-lo mais tarde em um novo ciclo.
Em casos de sobrepeso maior ou quando há necessidade de acelerar esse processo, a melhor orientação é fazer exercícios aeróbicos complementares à corrida, com menos impacto, como o ciclismo. Aumentar o volume de treino de corrida pode ser um risco maior de lesões. Daí a importância de um acompanhamento constante de um profissional de educação física para uma evolução consciente e saudável.
O emagrecimento é o principal atrativo para os que buscam a corrida. É muito importante frisarmos que temos um aparelho locomotor que precisa ser bem cuidado, com fortalecimento, alongamento e estímulos inteligentes. O primeiro questionamento a ser feito é: será que estou muito pesado e posso correr?
Já existem os tênis direcionados para as pessoas mais pesadas que prometem reduzir o impacto da corrida, mas esse futuro corredor precisa encarar um processo de maturação muscular e emagrecimento pra chegar a um trabalho de corrida seguro, de três vezes por semana e um intervalo de 24 a 48 horas de descanso.
É importante ter como meta estar próximo de um percentual entre 12% e 16% de gordura corporal, sendo até certo ponto genérico e generoso, quando é possível ainda ter um nível um pouco mais baixo. A relação potência-rendimento está totalmente ligada a um peso bom–rendimento bom. O que estou querendo dizer é que a sua performance é diretamente proporcional ao seu peso.
Atletas de ponta sabem exatamente o peso em que se sentem melhor competindo e isso chega a ter efeito psicológico nos períodos de polimento que antecedem uma competição. Seria demagógico se nós técnicos não analisássemos performance por meio do nível de gordura e das composições corporais ideais. Todos os atletas, nas diferentes modalidades esportivas, têm de estar no peso ideal.
Fazer medições freqüentes do percentual de gordura pode ser importante até para monitorar a evolução da sua performance e, nos casos mais radicais, até alertar para um possível overtraining, quando há uma redução muito abrupta.
Motivo de ansiedade para muitos corredores obesos, chegar ao peso ideal, com massa muscular devida, é conseqüência de um trabalho correto, que deve ser feito por uma equipe multidisciplinar e ao longo de toda a temporada. Nada de dietas radicais e uso indiscriminado de drogas como anfetaminas e inibidores de apetites. O atleta deve comer bem, mas com ingestão controlada, principalmente dentro do período de polimento para a sua prova alvo. Depois, no período de reposição, é possível sair um pouco do peso para recuperá-lo mais tarde em um novo ciclo.
Em casos de sobrepeso maior ou quando há necessidade de acelerar esse processo, a melhor orientação é fazer exercícios aeróbicos complementares à corrida, com menos impacto, como o ciclismo. Aumentar o volume de treino de corrida pode ser um risco maior de lesões. Daí a importância de um acompanhamento constante de um profissional de educação física para uma evolução consciente e saudável.
FONTE: Marcos Paulo Reis

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